sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Entrevista com Ana Luiza Loyola - Autora de: MINEIRICES

Ana Luiza Loyola
Escrevi mais dois livros editados: "O Segredo de Monteségur" e "Mortes Misteriosas em Águas Cristalinas". O primeiro um romance histórico e o segundo um suspense. Escrevi também peças de teatro e histórias infantis.Quando me interesso por um assunto e penso em escrever sobre aquele tema, entro no melhor período da minha vida:pesquiso, sinto-me motivada, feliz e criativa. Na verdade, só me sinto bem quando estou empenhada em algum projeto de escrita





Mineirices

Procurei retratar nestes contos, a simplicidade recheada de inteligência e bom humor do mineiro. São contos ora engraçados, ora tristes, como a própria vida. Embora não tendo nascido em Minas, minha família é composta toda de mineiros e aprendi a amar a cadência descansada do falar mineiro, a fé singela de quem fala com os santos e tem seu altarzinho em casa com o santo de devoção, sempre com uma oferenda de uma flor, ou no caso de São Benedito, uma xícara de café.   Na verdade, ser mineiro é uma arte. A arte de ser tranquilo sem ser preguiçoso, arte de ser astuto sem ser maldoso, arte de ser bom de coração e arte em gastronomia, uma gastronomia simples, baseada no famoso queijo de Minas, fazer uma comida de ser servida em panelas de ferro ou assadas em forno à lenha. A arte de ser mineiro, na sua essência é a arte ser simples e feliz. Sem muito luxo, mas sabendo alegrar o corpo e o espírito. A Fé, muitas vezes tão pura que os santos são “gente de casa”, todos com seu santo de devoção, entronizados em nichos e, sempre que possível, uma flor é colocada a seus pés. Já para São Benedito, em cima do armário da cozinha, não esquecem de oferecer um copinho de café recém coado. Muitas vezes, a mãe mineira “bate um papo” com Nossa Senhora, comentando a “trabalheira” que os filhos estão dando e pedindo ajuda. Esta Fé, tão pura e simples, norteia a vida e dá sentido a ela, alimentando a alma, enquanto no fogão a lenha borbulha em um tacho um doce de leite, no forno à lenha assa um “quartinho” de leitoa e na mesa descansa um queijo” curado”. Que coisa boa ser mineiro!

Olá Ana Luiza. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Escrevo quando estou borbulhando de alegria o u ensimesmada de tanta tristeza. Este livro surgiu de uma grande tristeza pela perda trágica de meu irmão. que mesmo sem ser mineiro, era o mais mineiro dos mineiros. Falava gostoso, aquele sotaque descansado e abreviado nos diminutivos: mininim, bunitim, carrim etc... Ele fez seu ninho em uma cidade do interior de Minas e para homenageá-lo, criei alguns contos onde uso o falar tão saboroso aos ouvidos como são saborosas as comidas mineiras ao paladar.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Escrever, para mim, nunca foi opção, mas necessidade.Sinto que me comunico melhor e mais claramente quando escrevo. O meu primeiro livro deu-me a mesma sensação de euforia e felicidade como a que senti ao ver meu filho pela primeira vez.São pedaços meus e que ofereço com desprendimento e alegria.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sou por natureza otimista. Temos que mudar isto! temos que colocar livros nas mãos das crianças para desde o começo eles entendam o valor e a necessidade de ler. Não é esta nossa realidade, o escritor no Brasil, dificilmente sobrevive de seu trabalho,que a bem da verdade nem é valorizado. A escola deveria levar o aluno a perceber o portal para novos mundos que o livro abre.Quem sabe, um dia?

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já editei dois livros pela Scortecci e estou terminando outro que espero editar ainda este ano.Encontrei a editora depois de procurar muito em outras e não senti a acolhida e o profissionalismo desta editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que mereci, sim. primeiro porque o mineiro é o protótipo do "bom malandro". Mostra humildade, mas é matreiro e inteligente, porém sem deixar que isto o defina. Dá de dez a zero em muito "Doutor" emproado que ouse tentar zombar dele. Estão aí as piadas do bom mineiro que provam isto.São espertim, espertim...


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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Entrevista com Alcione Zhanini - Autora de: EU, COMIGO MESMA, OS MEUS E TANTOS OUTROS

É nascida e reside na Cidade de São Caetano do Sul, São Paulo. É formada em Letras pela USCS e tem vários trabalhos publicados.
Autora dos livros, “Buscas e Encontros” – 1998 – “Versos e Reversos” – 2001 – “De Quimeras à Lucidez” – 2008 – faz da poesia a forma de expressar sua alma com muito lirismo e amor. As novas experiências no campo das crônicas impulsionaram sua criatividade para a elaboração de alguns contos.
Alcione Zhanini também é membro da Academia Popular de Letras de São Caetano do Sul, tendo participado, em 2011, à convite da Prefeitura, do lançamento do livro “De Maria à José”, uma antologia que conta a estória de imigrante italianos que ajudaram no desenvolvimento e crescimento da cidade.

O livro traz dois contos, o primeiro de uma mulher recordando a infância com toda sua inocência, os desafios da juventude com toda sua ansiedade e, as experiências da maturidade deixadas como legado as pessoas que lhe foram mais próximas. O segundo, a estória de uma cuidadora e sua cliente, duas mulheres de diferentes idades, desejos e objetivos. Renúncia, amizade, qualidades e defeitos misturados no dia a dia, tendo o amor e a doação como elementos para equilibrar isso tudo. As crônicas e monólogos vem em seguida trazendo temas vividos e observados, vistos por um ângulo diferente, não tão pessoal. Por fim, poesias com muito lirísmo e emoção.



Olá Alcione. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O meu livro trata da vida co mo ela é, presente, passado e futuro, estórias de gente como a gente, seus problemas, suas alegrias e é para o público em geral.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde muito jovem eu escrevo, sempre escondia as minhas escritas até que um dia criei coragem e resolvi botar prá fora os sentimentos que me afogavam, foi um alívio maravilhoso e nunca mais parei. Este é o meu quarto livro e meu projeto é um romance.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Muito difícil, escrever tem de ser por prazer, não dá para vive r como profissão. Falta incentivo do governo para a leitura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci o João na Bienal e fiquei entusiasmada com a proposta dele.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro deve ser lido, nele há muitas lições de vida e que sempre ajudam alguém.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Entrevista com Marcio Luiz de Campos Marques - Autor de: PRAIAS CAPITAIS

Marcio Luiz de Campos Marques
Tem 52 anos, é publicitário, funcionário público e amante de praias e viagens.Tem o hábito de registrar seus passeios em diários e de um deles nasceu a ideia deste livro.






A vida é uma viagem cheia de curvas que alteram o nosso destino. Em uma dessas curvas Marcio decidiu mudar algumas coisas e escolher outros caminhos.
As lembranças da infância, a saudade da vida urbana junto ao mar e a curiosidade de viver, um pouco, o dia a dia de pessoas que moram nas onze capitais estaduais litorâneas do Brasil originou Praias Capitais.
Uma viagem de trinta e cinco dias, circulando por São Luís, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Vitória, Rio de Janeiro e Florianópolis, perambulando por suas praias, conversando com sua gente, conhecendo outros viajantes e lugares especiais.
Praias Capitais é mais que um relato de viagem, é um projeto pessoal que puxa um fio da história do autor e motiva todos nós a buscar nossos sonhos.

Olá Marcio Luiz. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro é um relato de viagem. Tenho o hábito de registrar minhas viagens em um diário. Após realizar uma viagem de trinta e seis dias pelas onze capitais estaduais localizadas no litoral brasileiro e ler alguns trechos desse diário para os amigos, alguns sugeriram que eu escrevesse um livro contando essa história à todos aqueles que gostam de praias e viagens.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou publicitário, funcionário público e amante de praias e viagens. Também gosto muito de ler e tenho sim, o sonho de escrever um romance. Quem sabe?

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Viver da criação de textos em nosso país me parece ser muito difícil. Creio que a grande maioria dos autores são pessoas que escrevem pelo simples prazer de escrever.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Cheguei a editora pela internet. Marquei uma conversa para apresentar minha ideia, fui muito bem recebido e fiquei.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Porque faz com que o leitor viaje comigo.


Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Entrevista com Raquel Rodrigues - Autora de: AMNÉSIA



É paulista de Jundiaí, formada em Administração de Empresas pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Vive em São Paulo, palco de suas histórias. Este é seu segundo romance, sendo "Tensão no Ar" o primeiro.









Kelly e Letícia são duas médicas que vão à praia, em um fim de semana, em busca de descanso e relaxamento. Porém Thor, o labrador de Letícia, localiza um homem inconsciente e ferido gravemente na cabeça. Cumprindo o dever ético de sempre lutar pela vida, as médicas socorrem o homem, levando-o imediatamente para o hospital. A neurocirurgiã Kelly o opera, e o paciente entra em coma. Inicia-se então uma investigação para descobrir a identidade dele. Quando, finalmente, o homem desperta, ele não se lembra do que aconteceu. "Amnésia" traz a saga desse homem, de sotaque estrangeiro, em busca de respostas. Quem atirou em sua cabeça? Por quê? O que ele fazia no Brasil? E, principalmente, quem é ele? Curiosa e interessada, a doutora Kelly se empenha em ajudá-lo. Ela só não imagina o que está por vir...

Olá Raquel. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de um suspense policial. Escrevi um livro chama do "Tensão no Ar" que agradou as pessoas e me incentivaram a escrever um segundo livro. Decidi encarar o desafio e nasceu "Amnésia", meu segundo livro. As histórias são para um público adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Em princípio era como "plantar uma árvore", mas agora alguns amigos já me pedem um terceiro livro. É bastante provável que eu escreva.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sou principiante, não tenho referência de "vida de escritor", mas espero que cada vez mais pessoas leiam vários livros e que a cultura melhore no país de modo geral.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Tive a indicação de um amigo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que sim porque as pessoas tem gostado, e à quem se aventurar a ler o meu livro, garanto que terão algumas horas de emoção e deleite.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Entrevista com Vera Valtingojer - Autora de: TRAUM: A ENCRUZILHADA DAS ALMAS

Nasceu em 1962, em Guarulhos. Estudou Música Sacra e Pintura. Foi regente de coral e organista em igrejas. Graduou-se em Desenho e Plástica e é pós-graduada em Arte-Educação e Psicopedagogia. Foi professora em projetos como Escola da Família e Educafro, e foi apresentadora do quadro Viagem Fantástica no programa ICHTHUS, na TV Altiora. Leciona Artes Visuais e Música no ensino fundamental, é artista plástica e contadora de histórias.



Júlia perdeu a mãe muito cedo e foi morar com a avó na fazenda da família, um lugar marcado por uma história macabra. Crescendo entre o amor possessivo da avó e a indiferença do pai, ela se fecha num mundo de fantasias prendendo-se cada vez mais na teia de segredos e mentiras que envolvem sua família. Em sua busca pela verdade, ela cruzará os limites do inconsciente, descobrindo feridas que o tempo não conseguiu cicatrizar.
Complexo de Cinderela, Bullying, preconceito, separação dos pais, luto, sexualidade, são alguns dos temas abordados neste romance-ficção baseado em pesquisa bibliográfica sobre sequelas de traumas vividos na infância.

Olá Vera. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Traum é uma palavra alemã que significa sonho e é semelhante à palavra Trauma. A ideia é que pessoas que cruzam nosso caminho podem contribuir positiva ou negativamente em nossa vida. Encruzilhada das almas relata esse encontro.
Tudo começou com a pesquisa para uma monografia para a pós-graduação em Psicopedagogia.
Por dois anos pesquisei sobre a vitimização de crianças e as consequências do abuso infantil. A sexualidade vista com preconceito, a ignorância e o descaso da sociedade diante das vítimas de estupro e a condenação das vítimas ao silêncio da vergonha.
Eu tinha feito uma monografia, anteriormente, sobre contação de histórias, e resolvi unir os dois trabalhos. Por isso Traum se mistura aos contos de fada, nos quais a sexualidade é mantida em segredo, daí a protagonista sofrer do chamado Complexo de Cinderela e viver à espera de um príncipe encantado.
O livro é dirigido ao público em geral, mas principalmente aos pais, para que tenham atenção redobrada ao comportamento dos filhos, pois muitos casos de abuso acontecem dentro de casa, sem que os pais percebam; e ao público jovem feminino que tem cuidados exagerados com a beleza sensual proposta pela mídia, cujo objetivo é atrair um “bom partido” que possa proporcionar um futuro confortável. Escravas da beleza e da futilidade, essas mulheres, muitas vezes, acabam se tornando vítimas de homens brutos e insensíveis.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho dois filhos, uma chácara com muitas árvores e agora, um livro publicado. Poderia encerrar por aqui, mas sou uma contadora de histórias, como foram meus avós, e quero alcançar um público maior que  netos sentados ao meu redor.
Tenho 54 anos, sou professora de Arte e moro em Bom Jesus dos Perdões, uma cidadezinha agradável onde café e uma boa conversa ainda são o melhor programa. Esta é a região do lobisomem, do saci, do corpo seco, da noiva fantasma que pede carona aos motoristas de caminhão que se arriscam pelas estradinhas de terra. Tenho muita história pra contar.
Traum foi o primeiro a ser publicado, mas há muitos outros esperando na fila.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Viver como escritora, sentada numa varanda ou diante da janela de um sótão, ao lado de uma caneca de chá quentinho, aquecida pelas chamas de uma lareira, com uma agenda cheia de convites. Quem não sonhou?
Viver de livros no Brasil não é fácil, mas não significa que seja impossível. Como professora, uma das minhas tarefas é formar leitores. É um projeto que vai demorar para mostrar resultados. Talvez, daqui a trinta ou cinquenta anos, tenhamos escritores vivendo no Brasil como o que eu descrevi. Espero que aconteça antes (risos).
Trabalhando em escolas, vejo o número de leitores aumentando a cada dia. O cinema tem contribuído para fenômenos literários importados virarem febre entre adolescentes brasileiros. Se o cinema nacional fizer o mesmo, poderemos melhorar as expectativas do escritor brasileiro. Me lembro quando os clássicos da literatura eram usados como enredo de novelas. É um meio de alcançar o público e valorizar a produção literária brasileira. Escrava Isaura passou pelas casas do mundo inteiro.
O hábito de ler no metrô e em ônibus também tem aumentado bastante. Uma amiga me contou que viu uma senhora lendo meu livro numa sala de espera de um hospital. Quase chorei de emoção. Saber que o público está consumindo o seu trabalho é maravilhoso. Temos algumas barreiras como o tempo disponível para ler e o preço do livro, que para a maioria dos brasileiros ainda é muito alto. Mas a maior barreira é a falta do hábito de ler, o prazer de degustar uma boa leitura. Estimular essa geração é o segredo para termos mais leitores nas próximas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando resolvi colocar meu sonho em prática, procurei por ajuda e descobri, pela internet, a existência de uma "escola de escritores". Depois de algumas aulas comecei a escrever. Entrei em páginas de novos escritores e tive boas informações sobre a Scortecci. Entrei em contato com a editora, apresentei meu trabalho e, até agora, só fiz confirmar as informações que tinha recebido. Meu livro está aí para provar. E em setembro, estaremos na Bienal.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Minha preocupação maior ao escrever é que não fosse apenas um livro para "distração". Sinto a necessidade de informar, mas também não queria que fosse um livro técnico. Procurei ajuda de profissionais, li muito, aceitei críticas, mudei algumas coisas. Em cursos de formação de Contadores de Histórias há algo que sempre se diz: “Antes de conquistar o ouvinte, a história precisa conquistar o contador”. Esse foi meu exercício. Só dei por encerrado o meu trabalho quando me senti conquistada pela história e pela personalidade de cada personagem.
Ao terminar a primeira palestra para qual fui convidada, duas mulheres me procuraram e me contaram o que lhes tinha acontecido na infância e que, por anos, haviam mantido em silêncio. Na segunda palestra, mais duas. E mais outra.
Quero me firmar como escritora,  sonho com uma carreira de sucesso, mas, se de alguma forma, eu puder ajudar a alguém com meu trabalho já me sentirei recompensada.
Espero que meus leitores consigam sentir o amor que tive ao escrever e que sintam o desejo de lutar para que o abuso contra menores e a violência contra a mulher seja apenas uma obra de ficção.

Obrigado pela sua participação.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Entrevista com Eliana Calixto - Autora de: O QUE EU APRENDI COM OS GATOS e ETERNIDADE

Eliana Calixto
É médica, poeta e vive no Rio de Janeiro. Já escreveu dois livros de poesia e dois livros infantis. Prefere escrever para crianças e, segundo ela, uma parte do seu público ainda não sabe ler. Seu sonho é escrever um livro de poesias para crianças.






O que o seu gato tem dito para você?
Como? Seu gato não fala? Como não?
Acaso você não aprendeu a decifrar a sutil linguagem dos olhares e miados?
Ainda não descobriu o que o gato quer dizer quando move a cauda?
Venha comigo, venha conhecer tudo que os meus gatos me ensinaram!
Venha, que eu vou te contar... eu vou te ensinar tudo...
O que eu aprendi com os gatos!

O que você faria se a sua gatinha decidisse ir passear nas estrelas? Nina foi, mas está demorando muito a voltar. Será que ela se perdeu? Ou será que gostou tanto do céu que resolveu não voltar nunca mais? Descubra lendo Eternidade, a fantástica viagem de Nina.









Olá Eliana. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro "O que aprendi com os Gatos" compõe-se de frases, pensamentos e poemas cujo foco central são os gatos. As frases não são minhas; são frases de domínio público ou de autores desconhecidos. Algumas são citações de autores conhecidos, com o devido crédito. As Trovas e o acróstico são meus.
A ideia de escrever esse livro surgiu em virtude do pedido de várias crianças que leram meu livro anterior (Eternidade, a fantástica viagem de Nina) e me pediram que falasse mais sobre gatos. Decidi então fazer uma pesquisa sobre gatos e assim surgiu o livro.
O público alvo é amplo. Preferencialmente destina-se a crianças de seis a doze anos, porém, em face de seus profundos conceitos filosóficos, atingirá com toda a certeza adultos de todas as idades.
Eternidade é a história de uma gatinha que amava tanto as estrelas que um dia decidiu ir vê-las de perto.
A ideia surgiu a partir de um poema que eu escrevi no dia da viagem de Nina para as estrelas. Um amigo leu o poema e sugeriu que eu escrevesse a história.
O público alvo desse livro seria composto de crianças de seis a doze anos de idade. Porém tenho tido grande procura de adultos que desejam lê-lo e conhecer a história de Nina. Portanto, ouso dizer que o público desse livro vai de seis a noventa anos!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou poeta e tenho dois livros de poesias publicados:
Poemas na noite – Lançado em 2014 no Rio de Janeiro e também na 23ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo.
Mágoas Guardadas – Lançado em 2016 no Rio de Janeiro.
Escrevi também dois livros infantis, que serão lançados na 24ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, que são:
Eternidade – a fantástica viagem de Nina (lançado em 2015 no Rio de Janeiro)
O que eu aprendi com os gatos.
Sim, tenho planos futuros sim e um deles é escrever um livro de poesias para crianças.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente, depois do advento da Internet, o hábito de ler bons livros ficou para segundo plano. Quando se trata de poesia, isso é ainda mais grave. Não raro ouço pessoas dizerem que não gostam de poesia. Em vista disso, somente os autores conhecidos e bem conceituados conseguem espaço nesse mercado restrito. Ocorre também que as editoras não têm interesse em editar livros de escritores principiantes, os quais são obrigados a arcar com os custos da edição de seus livros, se quiserem publicá-los.
Penso que deveríamos incentivar mais as crianças a cultivarem o hábito da leitura e o gosto pela poesia. Pretendo realizar um trabalho junto a crianças de baixa renda, onde estarei doando livros e visitando escolas, fazendo palestras e roda de poesia com as crianças, inclusive motivando-as a apresentar seus trabalhos. Conheço algumas crianças que já escrevem poesias e vejo a urgente necessidade de incentivar os nossos futuros escritores e poetas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fui ao lançamento do livro de uma amiga poeta. Comprei o livro, gostei do trabalho da editora e resolvi trabalhar com a mesma.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, merece. O QUE EU APRENDI COM OS GATOS é uma coletânea de conceitos importantes sobre gatos, verdadeiro aprendizado para quem deseja conhecer um pouco da apaixonante personalidade desse fantástico animalzinho. Quem ler esse livro vai se apaixonar por gatos!
Sim! Todo livro merece ser lido e Eternidade - a fantástica viagem de Nina, particularmente merece a atenção dos leitores, por contar a história de uma gatinha sonhadora e sensível, que amava a vida e a natureza. É comovente lembrar como ela ficava à noite na janela a admirar as estrelas e a lua. Esse livro tem emocionado crianças e adultos, poetas ou não.
Quero dizer aos meus leitores de todas as idades, que é muito importante dedicar amor e cuidados aos animais. Como dizia o nosso Chico Xavier, somos para os animais os protetores que os anjos são para nós. Portanto, o que eles esperam de nós é exatamente o que pedimos diariamente ao nosso anjo guardião: proteção, cuidados e amor!

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Entrevista com Carlitos de Menezes - Autor de: RASCUNHOS

Carlitos de Menezes
Nasceu em São Paulo em 1984. Começou a escrever por acaso, sem compromisso até descobrir que o hobby tornou-se algo serio. É leitor ávido de todos os gêneros e estilos literários e fã de histórias cotidianas que inspiram gente como a gente.






A viagem não terminou e não terminará tão cedo.Melhor assim pois, a conversa filosófica da vida continuará firme, seja através das pessoas ou no silêncio dos pensamentos, tentado transmitir através da escrita rabiscadas nas folhas de rascunhos...









Olá Carlitos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é livro inspirado na “conversa alheia”, no bom sentido. Conversas presenciadas e, que aconteceram nos corredores de empresas e festas, finais de tarde ou de semana, happy hours, cafeteria, aventuras insanas pelo mundo desconhecido, nas visitas de residências simples de amigos e familiares, viagens diárias no transporte público e rodoviário...tudo com pessoas conhecidas ou que conheci (fazendo inclusive novas amizades) casualmente num dia e hora qualquer, sem me recordar uma data especifica. Fico com os ouvidos atentos pois, falo pouco (ou quase nada). E no silencio da minha voz, ouço, beberico e me embriago (muitas vezes inspirado) pelos pensamentos e pontos de vistas de pessoas que não contavam apenas “causos presenciados do seu cotidiano”, mas, sim o que pensavam ou sentiam. Percebo que o Ser humano é inquieto por natureza, até os mais tímidos ou menos falante numa roda de “faladores”, possui mentes que fervilham a todo vapor na sua essência e característica única.
A maioria das histórias que presenciei eram sempre acrescidas com doses de humor ou filosofia, ganhando mais destaque e riqueza no seu conteúdo. E também tive momentos de protagonismo, participando indiretamente. No final das contas, aquelas conversas ficavam tão vivas na memória que, mesmo nos estados de embriaguez total que tive diversas vezes, conseguia reunir forças internas sabe-lá-de-onde- vinham para procurar lápis ou caneta e papel e, reproduzir as conversas na sequência que eu bem entendesse. E foi assim (e continua até hoje) durante muito tempo.
Escrevia sem compromisso, preocupação ortográfica e sequência cronológica. Escrevia por escrever nas madrugadas, porque era nestes instantes que as histórias me acordavam e obrigavam sair do anonimato da mente, exigindo ser protagonistas nas folhas de papel independentemente do tipo ou estado. Guardava os rascunhos escritos sem ler e, curiosamente quando reencontrava, não acreditava que havia escrito aquilo, nem mesmo meus familiares que sempre me perguntavam em que lugar tinha copiado.
Difícil mensurar se foi proposital pois, acontecia natural e espontaneamente sem planejamento do que viria a ser anos mais tarde com a reunião dos rascunhos através de uma obra única. Embora pareça fácil, o esforço foi intenso porque a ideia que a sequência fosse simples, impactante, direta e rápida de ler, destinando o livro para leitura de todas as faixas etárias, principalmente àqueles que gostam de participar de uma boa prosa (a filosofia cotidiana alheia).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Moro na periferia de São Paulo. Tenho pele escura e deficiência física. Comecei a andar de forma independente somente aos 15 anos. No início, nada de contos de fadas.... Determinado momento, confesso que me revoltei com minhas limitações física e visual (tenho cegueira no olho direito), questionava diretamente dizendo: “por que eu? ” Por que tanto sofrimento? Será que Deus existe mesmo?  Mas, graças a religiosidade, paciência e ensinamentos dos meus familiares, aos poucos, fui modificando meus pensamentos trocando os ruins pelos bons e, me transformei no ser humano mais compreensivo, mais aprendiz, mais persuasivo, passando a perceber que nada é por acaso e tudo tem um motivo obvio, um proposito que enxergamos somente com o tempo.
Refletindo sobre minha trajetória, tinha tudo para dar errado e ter um caminho obscuro, mas, no final das contas percebi que o verdadeiro escritor da vida (Deus) modificou os capítulos da minha existência dando novos roteiros. E Deus gosta de “aprontar” comigo rs pois, os testes que ele envia, avaliam meus reais limites e capacidades dando ensinamentos muito ricos no final das provas de fogo.
Tenho planos de divulgar outros livros, mas, o projeto mais desafiador e que me deixa inquieto a todo instante é a “Sociedade dos Escritores Anônimos” que tem o propósito de divulgar autores independentes e ajudar na exposição de suas obras a todas as tribos possíveis. Lançar o livro “Rascunhos” além de realizar um sonho -inclusive de estar presente na Bienal do Livro -, também foi sentir na pele todas as dificuldades que os autores independentes passam.
Os outros projetos de vida (filhos e plantar arvores) não sei se serão concretizados pois, dependerão da decisão do roteirista divino.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Demorou cair a ficha (por semanas) quando o livro que se materializou fisicamente nas mãos era da minha autoria. E mais esquisito ainda foi abri-lo, ler os dados do autor e ver a própria. Leio muita coisa e avalio tudo que absorvi. Agora o lado mudou e, serei o avaliado. Ainda, não percebi a repercussão, mas, as primeiras perguntas já estão no meu pensamento: Será que meus leitores vão gostar? E será que eles leriam as futuras obras que publicarei?
Deve ser a pergunta que todo escritor faz em frente ao espelho.
Ser escritor no Brasil é a mesma sensação vivida em qualquer profissão escolhida por um simples mortal: sem glamour e vida fácil.
Numa empresa, não existe promoção sem demonstração prática do seu repertorio profissional. Você pode falar bonito, mas, quais projetos você implantou? Quanto de faturamento de vendas nos negócios conseguiu? Quais seus diferencias que façam as pessoas do seu setor confiarem em você?
Não existem bons escritores com manuscritos guardados, se eles não divulgarem suas obras nos recursos que temos atualmente (redes sociais por exemplo) permanecerão no anonimato.
Mas, tem aqueles que publicaram em todos os caminhos possíveis e não tiveram retorno esperado. Por que?
Acredito que a forma de divulgação é muito parecida e o leitor brasileiro gosta de impacto, querem inovação e obras únicas.
Discordo da tese que o brasileiro não gosta de ler. A prova disso, que os eventos literários estão sempre cheios e as livrarias (poucas por sinal) também.
Conheço iniciativas de escritores independentes que embora não possua suas obras disponibilizadas nas principais livrarias, buscam outros meios de divulgação como vendas em parques, vagões de trens, nos centros movimentados das cidades...Escritor deve ter mentalidade empreendedora, demonstrando na pratica que o seu produto é bom:  ofertando, insistindo, vendendo e mostrando que aquela obra literária é o melhor bestseller que ainda não foi visto.
Poucos escritores serão abençoados de viver confortavelmente e financeiramente de literatura. Mas, sobretudo se o escritor conseguir estimular a leitura de sua obra para quem não tem o habito da própria leitura, modificando-a sua forma de pensar para algo positivo, independentemente do número (seja reduzido ou não) será o maior troféu, pódio, gratificação moral que ele pode ter na vida e, dizer que as suas palavras foram imortalizadas naquela pessoa.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi através de indicação de um autor (Evandro Daolio) no qual eu li uma obra dele, solicitei algumas dicas de divulgação e ele acabou me indicado a editora (falando muito bem dos seus serviços).

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo livro merece romper fronteiras, porque as palavras descritas anseiam para serem lidas. Um livro guardado não pode ser apenas objeto de decoração e, sim de transformação no cotidiano do leitor que precisa que sua mente seja sempre estimulada.
No livro “Rascunhos”, embora os textos foram escritos na linguagem filosófica, o leitor se identificará e até se questionará consigo mesmo como: Ué, esta história eu já vi em algum lugar!
Na aquisição da obra, para estimular o legado que todos nós devemos deixar no mundo, disponibilizo sem acréscimo adicional de valor um pingente livro (que o leitor poderá foto de quem ele ama) e uma semente de arvore para devolver a natureza que infelizmente, nos destruímos.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Entrevista com Ana Paula Souza Filgueira - Autora de: UMA VIAGEM AO MUNDO DOS VERSOS E DAS LETRAS

Natural de Carapebus (RJ), publicou seu primeiro poemário, Momentos Morenos, em 1999.Participou da Agenda Literária 2009/2010 e 2010/2011, promovida pela Oficina de Editores através da APPERJ(Associação de Poetas Profissionais do Rio de Janeiro). Em 2012 representou os municípios de Carapebus, Quissamã e Macaé com o poema “Um Coração, três pulmões!”, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, na antologia Nossa história,nossos autores,seu segundo livro Lacunas na bienal de Campos/RJ em 2012.


Um sonho a mais...
Um sonho, um desejo e um baú de letras. Dessa vez foi diferente.
Começou primeiro pelos caminhos da lógica e do amor, recordou um tempo em que tudo era mais real, quando brincou de A a Z, na “cartilha” de um universo menos sonhador e com decisões, talvez, mais determinadas.
Hoje, pelo alfabeto das descobertas fascinantes, onde as cores se multiplicam e as letras dançam harmoniosamente, o resultado está sendo fantástico.
O livro de A a Z, escrito por Ana Paula Filgueira, sustenta um sonho onde ela um dia, também passeou no tapete mágico da construção. Desenhou as letras, construiu inúmeras palavras diferentes e foi viajar pelo encantado mundo dos versos.
Sucesso para você, querida Ana Paula, vamos viajar nessa mística magia do encantamento pela leitura.
Rosângela Barcelos - Professora de Português – Quissamã/ RJ

Olá Ana Paula. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de um livro direcionado para o público infantojuvenil onde descrevo toda a minha infância em especial, evidencio o meu encanto com as letras e como podemos aprender brincando com as palavras,associando-as nossa realidade, ao nosso dia a dia e contando estas vivências em forma de poesia.A ideia surgiu em meados de 1998, quando percebi a dificuldade de crianças ao meu redor, no próprio ambiente familiar, terem dificuldades de aprendizagem ora por razões na própria escola em acompanhar os colegas de classe, ora em casa pela falta de tempo dos pais em auxiliar nas explicações e percebi que, muitos assim como eu, no período de alfabetização, adoravam brincadeiras, passeios, guloseimas, ouvir “causos” e sequer sabiam escrever o que eles adoravam fazer.
Por isso, resolvi transformar em poesia este universo maravilhoso que envolve o alfabeto de A a Z de forma poética!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou técnica em logística. Nascida e criada em Carapebus, interior do Rio de Janeiro. Trabalhei durante 15 anos na Secretaria Municipal de Cultura, aonde me identifiquei com as artes como um todo. Atualmente, trabalho como socioeducadora num projeto de educação ambiental na minha cidade. Este é o meu terceiro livro. O primeiro direcionado para este público e hoje é o meu grande desafio até agora e sei que muitos estão por vir.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Apesar dos poucos leitores,eu acredito que nada se compara a um bom livro.Mas sobreviver deles, realmente é muito difícil. Mas o encanto ao ver o leitor que se reconhece no que escrevemos, que sente aquele arrepio,deixa as lágrimas caírem a cada verso lido, não tem preço.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A muitos anos atrás quando me inscrevi num festival de poesias em 2011 e de lá pra cá participei de 03 Antologias.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Porque tem uma linguagem bem acessível, o lúdico se faz presente permitindo que o leitor viaje e dê vida as letras e cores aos personagens do livro. Compreendo que o universo da leitura é muito vasto e que esta viagem é apenas o começo.

Obrigado pela sua participação.
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