quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Entrevista com A. Cordeiro - Autor de: OURO D`ÁGUA

Nome literário de Antônio Cordeiro Filho.
É natural de São Paulo, Capital. Foi empresário e atualmente presta serviços na sua área de atuação. É Professor, Mestre e Doutor e leciona em Universidades como UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo (EPPEN), PUC-SP e FMU disciplinas que tem relações técnicas nas áreas de Seguros, Previdência, Saúde Suplementar e outras correlatas. Dá aulas também da Escola Nacional de Seguros – em cursos de Atuária, Previdência, Seguros e Riscos. Foi professor também de outras Universidades e atuou no mercado financeiro, imobiliário e segurador. Conheceu o Pantanal com suas identidades durante inúmeras viagens por quinze anos por toda a região. Este livro está pronto há muito tempo. Precisamente desde 2001. Manteve a essência da época e a verdade de hoje. Este é seu primeiro voo nas letras como romancista. Tem livros técnicos publicados pela Editora Atlas. Escreve para Revistas, dá entrevistas para jornais e faz palestras.

Laneiro é uma pessoa que se desenvolveu no mercado financeiro quando jovem e acompanhou o Sistema Financeiro Habitacional deslanchar no Brasil. Aproveitou esse conhecimento e montou uma imobiliária para vender os seus serviços aos empreendedores de construção civil que se aventuraram – na época - num mercado de grande demanda e pouco explorado. O mercado de construção civil habitacional. 
Ele é o protagonista contando parte da história. Foi uma pessoa que demonstrou, em suas atitudes, grande credibilidade e conseguiu êxito no seu trabalho. No início com sócios... depois sozinho. Não suportava fracos, medrosos e mentirosos. Em suas relações de negócios teve a felicidade de conhecer no mercado financeiro uma pessoa especial: Eledoy Gripp. Nesses anos de grande amizade fez negócios grandiosos com o Banco Cittá Union e entidades bancárias do governo.

Olá Antônio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A história se passa no final dos anos 90 e mostra a corrupção entre órgãos públicos e bancos privados e a virada louca do dólar em final de 99 no governo do FHC. Há quebra de bancos, morte, traições e investigação de onde foram parar os ativos garantidores do cofre de um dos bancos que é o banco da história. O Pantanal é parte do Fundo ou do cenário dessa investigação. Barcos hotéis existentes na região de Corumbá / Mato Grosso é também um dos outros cenários. Há ecologia, passeios, pescarias, amor e ódio. Surpresa ao final.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já plantei muitas árvores, já tenho filhos adultos e netos. Já escrevi vários livros de caráter técnico financeiro e atuarial que é a minha área atual de trabalho e docência. Literatura de Ficção como OURO D'ÁGUA é o meu primeiro livro. Quem sabe?

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Optar por ser escritor pode ser uma viagem cheia de obstáculos. Mas o talento sempre desabrocha em algum dia. Escrever está no sangue... sugiro sempre ter uma atividade paralela para sobreviver...

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quem me indicou a Editora Scortecci foi um autor que já publicou com vocês. Mário Rubens (Maruam).

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que sim. Deve ser lido por quem gosta de novos horizontes do mundo, conhecer outros lugares, enxergar os riscos de algumas atividades. Enfim, ficar esperto com o mundo ...

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Entrevista com Martim Ferrer - Autor de: PORTO INSEGURO

É carioca e estudou filosofia na PUC no Rio de Janeiro. Na Alemanha concluiu um doutorado na Freie Universität em Berlin e vive hoje na Alemanha.








Desde a sua descoberta, o Brasil nunca se encontrou inteiramente. Ele foi, por isso, muitas vezes objeto de reflexões. Hoje, depois de um período de mudanças, e no meio de uma crise, torna-se de novo importante pensar e discutir o Brasil, o que o país é e pode ser, quais as tarefas do futuro. O livro procura indicar quais os desafios futuros e os potenciais do país. Porto Inseguro apresenta elementos históricos para pensar a política no Brasil e elementos políticos para pensar a sua história e o seu futuro. Mas a perspectiva ou o ponto de partida do livro é a perspectiva pessoal de quem passa pelo Brasil e vive a sua realidade.

Olá Martim. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
No final dos anos 80 vim à Alemanha, onde ainda estou, para fazer um doutorado em filosofia. Encontrei durante essa época muitos outros estudantes brasileiros e um tema natural de conversas era o Brasil distante para nós em comparação com a Alemanha onde passáramos a viver, um país bem diferente. Daí e de outras questões que já trouxera do Brasil foram surgindo ideias acerca do Brasil que formaram a raiz do meu livro. Trata-se de um livro de reflexão sobre a realidade brasileira que parte da minha experiência pessoal, mas se refere ao percurso histórico e político que ajuda a compreender a nossa realidade. Acho que o público para o livro poderia ser todo mundo que se importa com o Brasil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Dentro em breve um segundo livro meu deverá aparecer, desta vez sobre um tema mais amplo, a nossa época. Os dois livros formam de certo modo um par. Enquanto, Porto Inseguro trata do Brasil, o próximo livro trata da nossa época, do que aconteceu no mundo a partir da queda do Muro de Berlim, que caminhos vamos tomando enquanto civilização.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever livros nunca foi um projeto meu. Foi apenas o resultado de ideias que foram surgindo e da vontade de encontrar uma formulação mais elaborada para elas. As próprias ideias constituem o desafio original para o escritor. O encontro e o diálogo com o leitor é o passo seguinte que hoje, no Brasil, pode ser mais lento, mas que terá o seu tempo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Buscas na internet me levaram à Scortecci. Fiquei muito contente de encontrar uma editora que trata das edições com toda a competência e seriedade que eu poderia desejar.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Livros são sempre uma proposta muito pessoal. Por isso cada leitor de um livro é também um leitor único e especial com os seus interesses e disponibilidades. Nem todo livro é escrito e nem todo livro é lido, mas muitos livros são escritos e lidos porque o encontro entre o livro e o leitor é sempre possível.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Entrevista com Heitor Churchill Ferreira de Souza - Autor de: APRENDENDO MATEMÁTICA VOLUME I

Heitor Churchill Ferreira de Souza
O autor desta obra reúne sua experiência de quase vinte anos lecionando matemática comercial e financeira em cursos preparatórios para concursos públicos e no antigo BANERJ. Nascido no Rio de Janeiro, formado em Ciências Contábeis com especialização em Matemática Financeira, demostrou desde sua juventude a vocação para lecionar Matemática, especialmente Aritmética e Lógica.

É o primeiro de uma série de cinco volumes, que visa incentivar e despertar interesse do estudante, já que usa métodos originais, procurando mostrar que o aprendizado da Matemática é baseado na lógica e não apenas no mero treinamento e memorização.
Uma grande quantidade de exemplos, exercícios resolvidos e problemas propostos guiará o aluno por suaves caminhos para a aprendizagem.
Nesta obra o autor enfatiza o uso da Falsa Posição - um antigo método interativo de equacionar e resolver problemas matemáticos.

Olá Heitor. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata do ramo da Matemática: financeira, raciocínio lógico utilizando, o Método da falsa posição.
Surgiu da necessidade de contribuir para um universo de leitores que buscam utilizar o livro para o aprendizado da matemática voltada para Concursos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o primeiro de uma série de cinco volumes, que abrangerá um largo campo da Matemática Comercial e Financeira.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No meu entender, apesar de poucos leitores e da leitura pouco valorizada, há livros como este que escrevi que são de interesse das pessoas que buscam aprender Matemática para a vida prática.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da publicação do livro infantil A Floresta Encantada e o Cãozinho Falante, de Lélia Almeida da Fonseca e Cruz, minha sogra e ilustrado por minha esposa Fernanda Cruz.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que sim! Se não, não o teria escrito. É um livro raro, voltado para o ensino suave e de fácil aprendizado para qualquer nível escolar.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Entrevista com Jacira Munduruca - Autora de: UM ROSTO NA VIDRAÇA

É casada, três filhos e dois netos, nasceu na cidade de Utinga, no Estado da Bahia, em 1º de junho de 1949. Formada em História e em Pedagogia com Especialização em Administração Escolar (FNM_MG, Pós-graduada em Alfabetização ( IAT e FEB _ BA), atuou durante quarenta e dois anos na área de Educação, exercendo docência nos níveis Fundamental, Médio, Superior e Cursos de Formação de Professores, atuando também em serviço de Supervisão, Coordenação e assessoria Pedagógica a Secretarias Municipais de Educação e colégios, no Estado da Bahia.
Fundou e dirigiu o Colégio Monteiro Lobato , em Utinga. Participou de Festivais de Poesias e Feiras de Arte, tem textos publicados na Gazeta Cidadã, jornal de São Paulo ena Internet. É autora do livro Lírios do Vale: Mitos e outra rimas, publicado pela editora Scortecci, São Paulo, no ano de 2016. Apaixonada pela vida, dedica-se atualmente a ler bons livros, escrever poemas, ouvir Mozart e fazer amigos.

É um livro de poesias, da minha autoria , que apresenta vários tipos de verso, tais como: poemas livres, metrificados, rondós, sonetos e crônicas poéticas, priorizando o trato com a linguagem e a sensibilidade do artista. Aborda temas variados sobre a vida cotidiana e o ser humano em sua circunstância individual e inserção no contexto social. 
O objetivo da obra é garimpar para trazer das profundezas do pensamento humano a pérola da palavra única que expresse a substância constitutiva do homem e do mundo. 


Olá Jacira. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Um Rosto na Vidraça, livro de minha autoria, contém poemas de estilos diversos sobre temas relacionados com a aventura humana no planeta. Escrever, para mim, é uma prática diária porque gosto desse ofício e desejo compartilhar os meus versos com outras pessoas, no caso, os leitores. Essa obra se destina ao público adulto, apreciador da Arte Poética.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre escrevi versos desde a minha tenra infância e hoje realizo o sonho de publicá-los. Este é o meu segundo livro, no ano passado fiz a estreia no mundo das Letras, publicando pela Scortecci Editora o título: Lírios do Vale: mitos e outras rimas, muito bem aceito pelo público. Enquanto inspiração tiver, estarei publicando os poemas, retratos da minha alma, do meu estar no mundo e com o mundo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O escritor vive uma realidade complexa, porque no Brasil pouco se lê livros, quero dizer, porque outros portadores de texto veiculados, de qualidade questionável, são lidos por muitas pessoas. Poucos autores, no Brasil conseguem sobreviver com a renda dos seus escritos, mas não devemos desistir porque seria uma atitude covarde. Devemos continuar firmes, escrevendo, publicando com a esperança de que um novo tempo virá mais profícuo e brilhante para a Literatura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fui apresentada à Scortecci Editora por meu conterrâneo, amigo e orientador, também escritor Cacildo Marques, por quem tenho grande admiração. Foi uma sugestão louvável, porque estou muito satisfeita com a boa qualidade e o bom atendimento desse Grupo Editorial.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro, agora de todos os leitores, merece ser lido porque é a expressão natural de uma escritora que navega por vários estilos de poesia, passando do poema livre ao soneto, entremeando com o rondó e a crônica poética, ao abordar temas diversificados sobre o Homem e o Mundo. Mensagem para o leitor: A Poesia é a linguagem universal dos anjos e dos sonhos para expressar a Verdade, o Bem e a Beleza. Dê cor ao verso, leia!

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Entrevista com Afonso Celso Brandão de Sá - Autor de: AMELINHA E A BRUXA MALVADA



Nascido em uma tarde de outubro em Morros/MA, é compositor e escreve romances, tendo quatro já publicados, contos e estórias infantis. Amelinha e a Bruxa Malvada é o primeiro livro da série Era uma vez....









Amelinha era uma menininha que vivia em um bosque com sua família. A sua mãe sempre lhe dizia para não ir muito longe no bosque porque era perigoso. Amelinha sabia disso mas, um dia, persuadida por uma esperta raposa, a menina desobedeceu a sua mãe. Finalmente, apareceu um guarda florestal que salvou a menina que prometeu nunca mais desobedecer a sua mãezinha.
Nesta história infantil, Amelinha não obedece à mãe e leva um susto. Este livro, bastante criativo, proporciona uma gostosa leitura que promove a interação do leitor com um texto bem estruturado e agradáveis ilustrações que auxiliam na apresentação do tema, a desobediência, permitindo que a mensagem seja transmitida de forma divertida.


Olá Afonso Celso. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Amelinha e a bruxa malvada trata do salutar relacionamento entre mãe e filha e do fortalecimento dos laços de família. Ensina o valor dos conselhos maternos e a importância de as crianças obedecerem às suas mães. A ideia de escrevê-lo ocorreu quando do nascimento de minha neta Maria a quem dediquei a obra. Destina-se a crianças de até seis anos de idade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o meu primeiro projeto na área infantil pois também escrevo romances e contos. Pretendo publicar muitos outros e o próximo será AS CORES DO ARCO-ÍRIS. Não se trata apenas do sonho de escrever um livro pois, com quatro romances publicados e um livro de contos pretendo dar continuidade à minha carreira de escritor.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
De fato, a vida de um escritor no Brasil não é fácil pois os nossos governantes não tem valorizado a educação. Repouso minhas esperanças nos educadores pois creio que estes podem ainda despertar o interesse pela leitura nas nossas crianças e jovens.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Buscava uma editora e, após uma consulta à Scortecci Editora, recebi uma proposta que considerei justa e oportuna. Estou satisfeito com o resultado.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro merece ser lido pela mensagem de um convívio familiar feliz e harmonioso, fato, infelizmente, cada vez mais raro em nossa sociedade. Aos meus leitores deixo um agradecimento pela prestigiosa atenção que tem dedicado às minhas obras.

Obrigado pela sua participação.



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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Entrevista com Nildo Viana - Autor de: A REVOLUÇÃO DOS IGNORANTES

Nome literário de Nildo Silva Viana. É Professor da Faculdade de Ciências Sociais e Programa de Pós-Graduação em Sociologia pela Universidade Federal de Goiás; Graduado em Ciências Sociais; Especialista e Mestre em Filosofia; Mestre e Doutor em Sociologia (UnB); Pós-Doutor pela Universidade de São Paulo. É também autor de contos (A Revolução dos Ignorantes, entre outros), letras de músicas e pesquisador de Histórias em Quadrinhos, tendo escrito diversos artigos sobre essa temática, bem como os livros Heróis e Super-Heróis no Mundo dos Quadrinhos (Rio de Janeiro: Achiamé, 2005) e Quadrinhos e Crítica Social - O Universo Ficcional de Ferdinando (Rio de Janeiro: Azougue, 2012).


É a mais terrível das revoluções. Ela não possui caráter construtivo e todos saem perdendo, fechando as portas para o futuro. A gênese dessa revolução está em todas as forças políticas (conservadores, progressistas, direita, esquerda) que apostam e contribuem com a manutenção da ignorância das classes desprivilegiadas. Para manter e para conquistar o poder, a ignorância é uma arma fundamental e o seu resultado é entravar o desenvolvimento histórico, gerando o retorno da selvageria.



Olá Nildo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A Revolução dos Ignorantes é uma obra ficcional em quadrinhos, baseada em um conto com o mesmo título, que tematiza a questão das lutas e revoluções sociais e do significado das ideias e da cultura nesse processo. A ideia surgiu da releitura do conto e da ideia de adaptá-lo para os quadrinhos, pois assim ganharia maior visibilidade e um público mais amplo. A obra se destina especialmente aos jovens, pois hoje, na sociedade atual, marcada por ideologias que recusam a teoria, a razão (o irracionalismo, o pós-estruturalismo, etc.) e marcada por uma superficialidade crescente (ao estilo das redes sociais na internet), acabam tendo uma formação intelectual muito precária e ainda com muitos negando a importância da teoria. Como os jovens de hoje serão os adultos de amanhã, caminhamos para uma situação social cujo horizonte não pode ser muito otimista. Além desse público, todos que gostam de histórias em quadrinhos e crítica social, bem como aqueles que gostam de leitura crítica e reflexiva, são outros públicos possíveis. A ideia do conto, por sua vez, surgiu da necessidade de criticar, ironizar e denunciar uma sociedade que cada vez mais se afunda na ignorância, com o perigo de que isso ocorre numa sociedade que desenvolve tecnologia em alta velocidade. A ironia materializada numa realidade marcada por um desenvolvimento tecnológico acelerado convivendo com uma estagnação e retrocesso intelectual, torna este mundo extremamente perigoso e ameaça o futuro da humanidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu já escrevi cerca de quarenta livros, sendo quase todos teóricos. A minha formação acadêmica é em ciências sociais (especialmente sociologia) e filosofia, mas sou um grande pesquisador do marxismo e da psicanálise. Continuo desenvolvendo pesquisas e escritos, dentro das possibilidades existentes. Para além de obras teóricas, já escrevi um livro de contos e já escrevi vários contos em coletâneas, bem como, no plano da arte, já fiz várias letras de músicas. No caso específico das histórias em quadrinhos, escrevi teoricamente sobre as mesmas (dois livros: Heróis e Super-Heróis no Mundo dos Quadrinhos e Quadrinhos e Crítica Social: O Universo Ficcional de Ferdinando e organizei duas coletâneas: Super-Heróis, Cultura e Sociedade - com Iuri Reblin - e Os Valores Materializados nas Histórias em Quadrinhos). Essa é a primeira obra em histórias em quadrinhos, em colaboração com Gleison Santos, ilustrador. Uma das dificuldades para esse tipo de produção é que não consigo desenhar, apesar de desde criança ter vontade de fazê-lo. Pretendo continuar não só produzindo obras teóricas, mas também quadrinhos. Estou em um projeto com o professor Amaro Braga de levar Marx para o mundo dos quadrinhos e conseguindo a colaboração de desenhistas, posso aventurar em outros projetos que tenho em mente.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É uma situação bastante difícil e para certas pessoas é quase impossível se manter no mundo da produção cultural e da produção de livros, HQs, etc. No meu caso, como faz parte da minha profissão e é uma das coisas que eu mais gosto de fazer, pelo próprio prazer da produção, então é mais fácil. Contudo, seria muito melhor, mais fácil e com menos obstáculos se o hábito de leitura, a produção literária e escrita em geral, fosse mais valorizada e houvesse mais editoras, leitores, etc. E isso fica mais difícil com o processo de mercantilização da produção cultural, no qual o dinheiro está acima de tudo e a qualidade é medida não pelo conteúdo, mas por critérios mercadológicos e burocráticos. Mas é preciso continuar tentando, tanto os iniciantes quanto os mais experientes.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando comecei o projeto, eu estava buscando uma editora que publicasse histórias em quadrinhos. Como já publiquei um livro teórico pela Scortecci (Karl Korsch e a concepção materialista da História), recebi um e-mail anunciando publicação de história em quadrinhos, então resolvi contatar para ver a possibilidade.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Penso que A Revolução dos Ignorantes merece ser lida por vários motivos: é divertida, complexa, crítica, interessante, atual. Assim, muitos podem ler pela diversão, mesmo que nem todo o conteúdo seja facilmente acessível (tal como referências a personagens históricos, acontecimentos, intelectuais, governantes, grupos e movimentos sociais, etc.), mas não deixa de ser cômico e mesmo sem entender algumas destas referências e sua comicidade, o conteúdo como um todo, mesmo para quem não tem acesso a elas, tem muito material para se divertir. Para aqueles que gostam de crítica social, é um prato cheio, bem como para os que gostam de histórias em quadrinhos mais complexas. Outro mérito é a atualidade de sua temática, bem como sua criticidade. Nesse sentido, quem quer diversão encontra isso e quem quer politização, crítica social, etc., também. Esses elementos mostram as razões para se ler tal obra. Uma outra razão, que julgo mais importante, é o alerta que ela lança sobre os destinos da humanidade e da sociedade atual, que caminha rumo ao barbarismo e por isso ela também merece ser lida por contribuir com o avanço da consciência sobre a sociedade atual e suas tendências, inclusive a que aponta para a barbárie. Assim, assume uma importância social que a faz uma leitura importante para além do gosto pelas HQs, leitura, etc. A mensagem especial para os leitores é a que está na obra: a transformação social radical e total é uma necessidade, mas ela só pode se concretizar com o desenvolvimento da consciência, pois através da ignorância, apenas se produz e reproduz o barbarismo.

Obrigado pela sua participação.
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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Entrevista com Norberto T. Takahashi - Autor de: BARILOCHE, 10 ANOS DE AVC

Nascido em 1960, paulista, nissei, casado e engenheiro (1987) com pós pela EPUSP (2001). Aos 15 anos era desenhista autônomo e aos 20 foi registrado na Proplasa, chegando a sócio em 5 anos e ficando lá mais 5 anos. Saiu de lá em 1990 para fundar a Politécnica, que por mais de 10 anos trabalhou com órgãos públicos e privados, e há 17 anos especializou-se em hospitais e indústrias. Hoje conta com uma família de 30 colaboradores.
Em 2007 ele já tinha conquistado seus principais sonhos (fundar a Politécnica e conduzi-la por mais de 10 anos, fazer pós na EPUSP, conhecer o Japão e outros países e empreender um prédio próprio, dentre outros). 
Neto de quatro avós vítimas de AVC, então com 47 anos, fumante, fã de um bom whisky e trabalhador workaholic, ele tinha tudo para ter um AVC, e foi o que aconteceu em 2007. Ele [quase] morreu e só mexia os olhos (Síndrome do Cativeiro), ficando meses como um vegetal. Daí seguiu-se uma saga de dez anos de reabilitação, narrada com humor neste livro.
Publicar este livro significou para ele cumprir mais uma missão desta vida, afinal, Ninguém vem para esta vida para não fazer nada e Um dia o Autor vai, mas o livro fica (Cláudio).

Conheça a surpreendente história de Norberto, que sofreu um AVC no auge de sua vida profissional, e perdeu repentinamente toda a mobilidade do corpo, e só mexia os olhos. No livro são descritos os antecedentes, o AVC em Bariloche, o seu precário socorro, o impasse de trazê-lo ou não para SP, as passagens pelas UTI’s e a internação de 14 meses. O retorno para casa como cadeirante com Home-Care, a reabilitação na AACD e em Casa, a cirurgia do pulmão, o Foco na reabilitação e as reconquistas na qualidade de vida. Teoriza o seu AVC com a Evolução do Ser Humano, aborda as Enfermagens havidas até hoje e encerra dando dicas preciosas aos deficientes, com críticas a alguns casos absurdos de acessibilidade no Brasil. Assim, evidencia que os anos de muita luta, dedicação, reflexão e fé foram determinantes para a sua razoável recuperação.

Olá Norberto. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Conheça essa saga de luta pela vida após um grave AVC de tronco narrada pela vítima com humor crítico e espiritualidade. O livro narra o AVC em Bariloche, o socorro local, a remoção para SP, as passagens pelas UTIs do Einstein, São Luís e Oswaldo Cruz, e 14 meses neste último hospital. Conta o retorno para casa, como cadeirante com home care, aborda as enfermagens havidas até hoje, as reabilitações física e psicológica, o derrame pleural, o “Foco na Reabilitação” e a reconquista da qualidade de vida. Faz conjecturas sobre o AVC (ou outras tragédias) enquanto evolução do ser humano. Encerra com dicas às Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais – PNEs, e críticas a alguns absurdos da acessibilidade no Brasil.
É um livro recomendado para doentes graves, seus familiares e amigos, profissionais da saúde e quem queira entender o porquê das tragédias da vida.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O Autor é Paulista, 57 anos, nissei, casado, engenheiro civil (1987), pós-graduado pela EPUSP (2010). Aos 15 anos já era desenhista e aos 20 teve o seu único emprego CLT, chegando a sócio em 5 anos. Saiu em 1989 para fundar a Politécnica Engenharia Ltda e especializou-se em complexos hospitalares e industriais, com uma família de 30 colaboradores. Neto de 4 avós vítimas de AVC, então com 47 anos, fumante, fã de um bom whisky e workaholic, ele tinha tudo para ter um AVC, e foi o que aconteceu em julho de 2007. Ele [quase] morreu. Durante meses ficou na Síndrome do Cativeiro (que só mexe os olhos). Daí seguiu-se uma saga de luta pela vida e reabilitação, narrada com humor crítico e espiritualidade neste livro. Assim, o Autor considerou cumprida mais uma missão desta vida, e como o Autor espera não ter mais tragédias, esse livro deve ser o seu único livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Para quem escreve isso é frustrante, porém compreensível porque o brasileiro não tem o hábito da leitura. Não por isso os Agentes de cadeia literária devem esmaecer, mas sim encarar a reversão deste cenário como um desafio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Indicação de um amigo de amigo que publicou um livro com vocês.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim!!! Eu não ousaria fazer essa afirmação há 4 meses atrás, mas hoje, depois de ter recebido dezenas de mensagens espontâneas de leitores, muito deles desconhecidos, eu faço essa afirmação com convicção. Aqueles leitores que leram o livro são unânimes em afirmar que o livro traz uma mensagem divina, cujos entendimento e profundidade dependem da espiritualidade de cada leitor, e faz isso com certa dose de humor e sem o fanatismo religioso.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Entrevista com Válter Estevam - Autor de: DO CATIVEIRO PARA LÍDER DA NAÇÃO

Especialista em gerenciamento de projetos, coach e análise comportamental, realiza palestras sobre o desenvolvimento humano, possui o projeto Do Cativeiro para Líder da Nação, retratando a superação no dia a dia, diante as facetas do cotidiano, dividido em 4 módulos, o projeto apresenta para o participante através de suas próprias reflexões, várias vertentes para superar seus desafios e se realizar naquilo que deseja como objetivo e missão de vida, dando congruência e motivação para o participante transcender suas percepções.

Baseado na falta de referências, entusiasmo, ideologias limpas de opressões da desigualdade de ambos os lados, pois no contexto do livro temos apenas um lado, o da superação diante a evolução humana. Com uma trajetória de um extremo ao outro, gerando equilíbrio nas ações daqueles que se julgam, se permitem serem julgados, trazem como identidade e herança o não como resposta final.
Marcamos o enredo desta obra com conhecimento, habilidades e atitudes, empregadas com a sabedoria do velho ancestral nos dias de hoje. Qual é o legado que deixaram para me fortalecer como ser humano? Não foi direcionando comportamentos encapsulados aos desígnios do outro, o sofrimento estampado em minha pele pela chibata do feitor, do capitão do mato, do senhor do engenho, que preferem me manter isolado, ultrajado, me considerando minoria e imputando em meu cerne que não posso ir além, mesmo de forma velada, como é hoje em dia.
Minha herança me ensinou a ter como exemplo a garra, a determinação e a sabedoria, não o sofrimento estampado em minha mente, corpo e alma. A menos que eu permita permanecer estagnado a 129 anos atrás. 
A minha pele não é mais acoitada, por quê minha mente deve continuar sendo?
Como lidamos hoje com o sistema velado? O que é conviver com o preconceito velado estampado no meio das conversas do cotidiano social? O quanto devo permitir que isso me incomode? Como construir um novo paradigma?
Tenho sonhos, assim como meus trinta e oito irmãos, irmãs, filhos, filhas, pais e mães que Nego discorre sobre seus feitos que mudaram o mundo, trazendo empoderamento e desenvolvimento pessoal a todos os coloridos. 
A partir desta leitura, saberás que temos muitas referências em todos os campos de atuação e poderá utilizar como base para a construção do caráter e da dignidade de muitas vidas.
Se não tinha conhecimento de como realizar um projeto, baseado no aprendizado de liderança da minha pele. Com este conteúdo todo e qualquer filho e filha que queira realizar algo compreenderá por onde deve iniciar, o que será necessário para vislumbrar seu sonho e se tornar líder da nação que habita suas formas pensamentos e formas sentimentos. Que a sabedoria nos acompanhe.

Olá Válter. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O Livro fala sobre liderança de si, superação, empoderamento, resiliência, foco e determinação. Baseado na falta de referências, entusiasmo, ideologias limpas de opressões da desigualdade, pois no contexto do livro temos apenas um lado, o da superação diante a evolução humana. Com uma trajetória de um extremo ao outro, gerando equilíbrio nas ações daqueles que se julgam, se permitem serem julgados, trazem como identidade e herança o não como resposta final, baseados na tonalidade da pele. A obra é destinada a todas as pessoas que buscam esclarecimento diante de suas sombras do cotidiano de uma população institucionalizada pela herança da obra da escravidão.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esta é a minha segunda obra. A primeira é As Forjas dos Pensamentos nas Sete Vórtices. Meu projeto de vida é criar novos paradigmas sobre assuntos pouco esclarecidos na sociedade seja ela velada ou não.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Penso que antes de sermos escritores somos seres humanos, vivemos no meio de uma diversidade maravilhosa, onde aprendemos muito uns com os outros, porém compreendo que muitos ainda se baseiam nos iguais e entre iguais seremos apenas mais um ser humano, portanto dar continuidade mesmo com poucos leitores até o presente momento é manter-se focado em sua missão de vida.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a editora através de pesquisas na internet.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Minha merece ser lida, pois arremete o leitor á várias reflexões do seu cotidiano, diante suas adversidades, baseado na superação de vários ícones de lideranças da história mundial. Minha mensagem para o meu leitor é: Antes de tentar superar o outro, supere a si mesmo, pois a grandiosidade está em superar aquele que realmente poderá derrotá-lo.


Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Entrevista com Marcos Quintan - Autor de: ENCENAÇÕES

Marcos Quintan
Um artista multimídia, timidez revelada em seu semblante sempre sereno, Marcos Quinan é um inquieto apaixonado pela arte brasileira. Autodidata, se define como um aprendiz que tem a necessidade de conhecer o Brasil em todas as suas expressões culturais e mostrá-las aonde puder.

Nascido em Ipameri-GO, não esconde o orgulho de ter escolhido a Amazônia como o chão propício para expandir sua inspiração que o faz aplaudido produtor, compositor, teatrólogo, artista plástico, fotógrafo, agitador cultural e escritor.

Teve, ainda, uma passagem pelo teatro, no despertar de sua vocação artística ainda jovem, lá mesmo em Goiânia onde fez parte da Agremiação Goiana de Teatro, participando ativamente da conclusão do Teatro Inacabado, na época o único teatro construído por um grupo amador no Brasil. Foi ator, iluminador, diretor e dramaturgo, fundando, com Paulo Roberto Vasconcelos nos anos 70, a Companhia de Teatro do Autor Brasileiro. Com Roseli Naves e Nilson Chaves, nos anos 80 a Gravadora e Editora Outros Brasis. Junto com Nilson Chaves, Walbert Monteiro, Conceição Elarrat e Fátima Silva em 2002 criou a ACAM – Associação Cultural da Amazônia e foi um dos coordenadores do primeiro Seminário Cultural da Amazônia realizado por ela no ano seguinte. Foi Secretário Executivo do Programa de Incentivo à Cultura do Estado do Pará - SEMEAR e Assessor da Presidência da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves.

Em 2006 junto com o filho Marcelo Quinan criou a Lado de Dentro (http://ladodedentrobrasil.blogspot.com/), loja virtual dedicada à divulgação e comercialização da produção cultural brasileira, incluindo nossa cultura científica.

Marcos Quinan também assinou a coluna O Que Vem do Norte no site – www.festivaisdobrasil.com.br e hoje publica diariamente no blog ABARIBÓ http://abaribo.blogspot.com/ seu trabalho, material de artistas novos e obras consagradas da arte e cultura brasileira, além de participar, como jurado de festivais de música na região Amazônica e interagir com grupos de artistas em oficinas e palestras sobre os mais variados assuntos da cultura brasileira, da produção e dos aspectos práticos que a envolvem (Luiz Gonzaga, Canudos, Cabanagem, Direito Autoral, Leis de Incentivo Cultural).

Contudo, esse sertanista da vida, das idéias, dos sonhos conforme o define o jornalista Edyr Augusto Proença, só resolveu mostrar-se ao público ao atingir seu meio século de vida. Antes disso, associava sua atividade empresarial a eventos artísticos como agitador, produtor e divulgador, mas sem expor sua própria criação que hoje esta indelevelmente registrada em livros, pinturas, esculturas,fotografias, músicas e letras editadas em cd’s, uma bela produção da nossa brasilidade.
Conjunto de contos instigantes encenados no ambiente do nosso cotidiano pessoal e coletivo. Contos curtos do imaginário e do cotidiano, misturando sentimentos, realidades e surrealismos.









Olá Marcos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Para reflexões do nosso cotidiano com pitadas de humor e questionamento da nossa realidade subtendida.
Destina-se ao público em geral.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o décimo quarto livro publicado e terminando o décimo quinto que estou terminando. Envio o resumo da minha atividade artística abaixo:

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é boa, pela falta de leitores, responsabilidade do descaso com a nossa cultura incluindo ai a distribuição que praticamente não existe.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Para cumprir um compromisso de distribuição de seis trabalhos para as Bibliotecas Públicas da Amazônia Legal. Era contratado de uma editora que lamentavelmente fechou sem publicar o sexto, fui forçado a fazer por conta própria. Pesquisei e encontrei na Scortecci a gráfica e editora que atendia minhas expectativas de custo benefício, gostei do trabalho e do atendimento e estou publicando este que é o terceiro que faço desta forma.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que sim, pela reflexão que provoca. Sua mensagem é essa; provocar a reflexão.

Obrigado pela sua participação.
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