segunda-feira, 17 de julho de 2017

Entrevista com Geraldo Dias da Cruz - Autor de: FONTES DO VENTO

Nasceu em Belo Horizonte (MG) em 3 de maio de 1929; é o mais velho de três filhos de uma família pobre do interior de Minas Gerais. Começou a aprender a ler e escrever apenas aos sete anos de idade. Estudou em escolas públicas de Belo Horizonte. Gosta muito de ler, principalmente poesia. Ela é o seu ato de fé e a prova de seu amor pela vida. Procura, pesquisa, busca na palavra a mais perfeita forma de louvação do que é belo, do que o seu entendimento possa perceber. Apesar de seus 86 anos de vida, continua como um operário da palavra: “Saio sempre ao mundo, amando a poesia. Nela vivo toda a minha inocência. Tenho uma expressa atração pelas coisas simples da vida. Amo a palavra e a defino: Caravela de pluma/onde o vento/sua amarra urde/ como ninfas / nos pomos”. Publicou os seguintes livros: Poemas (Cuiabá: Igrejinha, 1955), Monchão-Coroado (Belo Horizonte: Imprensa Oficial de Minas Gerais, 1973), Armas do Tempo (Cuiabá: Edições Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, 1975), Crepúsculo para a Paz (São Paulo: Editora do Escritor, 1977), Proclama aos Incautos (São Paulo: Editora do Escritor, 1979; Menção Especial no Concurso Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, Goiânia/GO), Olhos, Peixes Navegantes (São Paulo: Editora do Escritor, 1983), Rio dos Signos (Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1986; Prêmio Literário Nacional do Instituto Nacional do Livro – INL), Três Mundos: o Poeta (Goiânia: Cerne, 1987; Prêmio Bolsa de Publicações José Décio Filho), Argonauta (Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, 1987, pela Prefeitura de Goiânia; Prêmio Eugênio Coimbra Júnior, pelo Conselho Municipal de Recife/PE, e primeiro lugar em Goiânia/GO, 1988), Lento Exílio (Goiânia: Bolsa de Publicações Cora Coralina, 1988; prêmio regional, categoria poesia, da Fundação Cultural de Mato Grosso, 1988; e prêmio nacional; publicado no centenário de nascimento de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, que passou para a história de Goiás e do Brasil como Cora Coralina, mulher de coragem, sempre estimulando seu coração de fogo, de paixão, de amor e de poesia) e Algamar (publicação aprovada pelo Conselho Editorial do Instituto Goiano do Livro – IGL, 1999).

Diversos temas. O meu estilo deseja ser preciso e conciso. O que caracteriza o meu livro é a emoção. A linguagem simples é o símbolo de meu trabalho.
Sou um sonhador de palavras. É no fundo de cada palavra que realmente assisto ao meu nascimento. Nascimento do devaneio, do sonho, do amor e das lembranças. Procuro falar a linguagem do universal, da simplicidade. Recebo e acolho com alegria a vida. Amo a natureza e o canto dos pássaros. Tudo para mim tem uma doçura. O poema está também penetrado por essa doçura. Horas a fio, gosto de ouvir e contemplar as palavras. Tenho a felicidade de possuir um bom dicionário, deixo-me seduzir pelas palavras. Numa palavra eu sinto a alegria de falar e escrever poesias.

Olá Geraldo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São poemas com diversos temas. Eles se estruturam sobre uma linguagem simples. Luto para ser um desbravador de caminhos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre gostei de poesia. Nela eu me encontro, e os meus pensamentos nascem e passam pelas palavras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É triste, e a poesia quase não tem leitor. Ela é pouca valorizada.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É o segundo livro que público na editora. O primeiro foi Os cavalos e outros poemas.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Gostaria que ele fosse lido. Procuro acima de tudo captar e sugerir, em linguagem direta e simples, a beleza das recordações, dos encontros, dos sonhos e do coloquial.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 9 de julho de 2017

Entrevista com E. J. H. Szpaler - Autora de: NOVELA DA ALFABETIZAÇÃO

Nome literário de Eliane de Jesus Honório Szpaler, é pedagoga e professora do Ensino Fundamental, artista plástica premiada em diversos salões de arte e membro da Academia Latino-Americana de Arte. Formou-se em Administração Pública: Educação Artística e Pedagogia, com pós-graduação em Educação Infantil, Gestão Escolar, Educação Especial e Arte Educação. Pela Scortecci publicou também A menina que não gostava de animais Poemas e Contos de Éllen Louise.



A pedagoga criou uma história lúdica para ensinar aos pequenos, de forma divertida e brincando, o sistema da escrita, tomando os devidos cuidados para que os alunos não fixem as letras como caricaturas. O professor pode usar as ilustrações do livro e ter um material de trabalho em mãos que promova atividades durante o ano letivo. Os alfabetizandos podem ouvir a história por capítulos contada pelo professor e/ou encenada com fantoches de vara. Para um bom resultado, é preciso que o professor leia os capítulos antes para poder contar a história com segurança, atendo-se a detalhes da escrita, como sons silábicos, de forma que a criança memorize ou entenda o sentido de cada capítulo. Exercícios com pesquisas de palavras com cada sílaba podem ser feitos ao final de cada capítulo, de acordo com a criatividade do professor, mas algumas sugestões também são dadas ao final de cada capítulo do livro. A própria contação de histórias pode ser feita pelos pais também, como uma história que se conta na hora de dormir. Boa contação de história!

Olá Eliane. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma coletânea de histórias para alfabetizar, desde as vogais, até textos, conta de modo lúdico, como poderia ter sido o nascimento de letras, sílabas, vogais, palavras e textos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o meu 5º livro por este editora e não pretendo parar, tenho contos, crônicas, poesias, uma coletânea de fábulas e estarei lançando breve: A Bela Amortecida.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que se nós que somos apaixonados pela literatura desistirmos de reforçar o quanto a mente humana é mais hábil e criativa que um computador que depende de alguém para programá-lo nunca mais teremos bons leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pela editora mesmo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
É uma forma lúdica de pais e professores trabalharem com a alfabetização, junta experiências de sala de aula e além de contar com histórias para o ano todo, também trás atividades pedagógicas.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Entrevista com Alex Gomes - Autor de: GUIA DO CICLISTA URBANO

Nome literário de Alex Gomes Peixoto, 38 anos, é mestre em estética e história da arte pela Universidade de São Paulo com a dissertação Narrativas visuais: os ciclistas de Iberê Camargo, na qual analisa a série de pinturas Ciclistas da redenção do pintor gaúcho tendo por base as pesquisas sobre o ofício do narrador de Walter Benjamin. Desde 2015 é editor do blog São Paulo na bike no jornal O Estado de São Paulo e também é um dos coordenadores do coletivo Bike Zona Sul, que promove o uso da bicicleta nas vertentes lazer, mobilidade urbana e turismo no sul da capital.


A cada dia mais pessoas decidem utilizar a bicicleta como meio de transporte nas grandes capitais. Em São Paulo, o número de ciclistas que pedalam todos os dias cresceu 50% entre 2013 e 2014, reflexo de uma tendência que ocorre não somente nas capitais brasileiras como também em diversas grandes cidades mundiais. Para auxiliar os novos ciclistas e também aqueles que já pedalam nas cidades a Scortecci Editora lança o Guia do Ciclista Urbano, escrito pelo ciclista Alex Gomes, editor do blog São Paulo na bike do jornal O Estado de S. Paulo. Na obra poderão ser encontradas desde dicas para escolher a bike mais adequada ao seu perfil até orientações de como enfrentar o trânsito em grandes cidades. Nela o ciclista também aprenderá a fazer sozinho alguns consertos básicos e entenderá como funciona a estrutura cicloviária da cidade, com suas ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. Em linguagem simples e objetiva ricamente ilustrado, o Guia do Ciclista Urbano possibilita ao leitor compreender rapidamente os princípios básicos sobre o funcionamento da bicicleta e como circular nas cidades. E até mesmo quem não tem bike pode aproveitar o livro, pois apresenta a relação das cidades brasileiras que contam com o serviço de bicicletas compartilhadas e suas regras de uso.

Olá Alex. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um guia voltado ao iniciante ou quem deseja começar a pedalar pelas ruas das cidades. Desde 2008 utilizo a bicicleta como meio de transporte e sempre me deparei com amigos e conhecidos com muitas dúvidas sobre o universo da bicicleta. Trabalho com mobilização e apoio aos ciclistas desde 2014 e senti que era hora de preparar uma publicação mais sistematizada para ajudar as pessoas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desejo continuar a produzir obras voltadas ao público ciclista, como por exemplo famílias. Sou pai e sinto que pedalar com uma criança é uma experiência ímpar. Quero falar dessa experiência.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Talvez com a fragmentação das comunicações atualmente, e também do excesso de informações, acho que o trabalho do escritor se faz mais necessário, pois pode dar um norte, um rumo para as pessoas. Talvez ainda demore bastante tempo para que a leitura, não só dos livros mas de outras mídias, seja incentivada de forma mais séria, porém sempre haverá espaço para bons textos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sou editor do blog São Paulo na bike, no jornal o Estado de S. Paulo. Por meio de uma publicação que fiz sobre o projeto Bicicloteca, em que um ciclista leva livros para moradores de rua, fui contatado pelo João Scortecci. Daí, durante a conversa, surgiu a ideia de produzir uma publicação para o público ciclista.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Espero que meu livro mereça a confiança dos leitores que se disporem a procurá-lo. Longe de ser uma obra dogmática, o Guia do Ciclista Urbano é uma contribuição a rica discussão que já acontece nas cidades sobre a importância do uso da bicicleta como meio de transporte, lazer e turismo. Que meus leitores possam encontrar em meu livro um apoio necessário para explorarem esse fantástico universo da bicicleta.

Obrigado pela sua participação.

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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Entrevista com J. Burato - Autor de: DITADURA NO GATILHO

Nome literário de José Antonio Burato.
Graduado em Filosofia pela Universidade Metodista de São Paulo – UMESP e Mestre em Gestão de Políticas e Organizações Públicas pe la Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo – EPPEN-UNIFESP. Ex-Sargento da Polícia Militar do Estado de São Paulo, participou da formação da Guarda Civil Municipal de São Bernardo do Campo, onde foi um dos responsáveis pelo inicio do movimento por melhores condições de trabalho e contra o assédio moral na instituição, em meados de 2004. Tem questionado e denunciado o caráter militar instituído em quase todas as Guardas Municipais do país. Como palestrante, aborda temas como a violência policial e a municipalização da segurança pública.

Baseado na teoria da ideologia de Louis Althusser e nos princípios da institucionalização de comportamentos, o autor busca refletir acerca das causas da violência policial militar no Brasil e em possíveis soluções. Atualmente a desmilitarização da polícia tem sido apresentada como medida necessária para se resolver o problema da violência policial, o que é questionado pelo autor, que julga que esta é uma das providências necessárias para adequar o sistema de segurança pública ao Estado Democrático de Direito, mas insuficiente para conter a violência policial.


Olá José Antonio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da questão da violência institucionalizada nas policiais brasileiras, especialmente as Polícias Militares.
A ideia surgiu de uma necessidade pessoal (sou ex-policial militar) de encontrar respostas satisfatórias que pudessem revelar e explicar o processo de transformação de um ser humano ao ingressar nas fileiras policiais, e que muitas vezes o conduz a comportamentos violentos. A obra se destina ao publico em geral, visto que trata de um tema que é e sempre será grave e atual, e que altera totalmente a segurança e a tranquilidade social.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Gosto de escrever. Já havia publicado outro livro em coautoria com um amigo, na própria Scortecci (Segurança Pública como projeto socioeducacional - 2011). Desejo escrever ainda sobre problemas de relacionamento humano, especialmente sobre a relação de casais, onde pretendo abordar a tendência humana à propriedade privada das coisas (no caso propriedade privada do outro), como a maior responsável pelas tragédias emocionais e crimes passionais. Acredito que toda experiência humana é relevante e serve como tema para reflexões e base para outras experiências, para as transformações que se fizerem necessárias na vida.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Depende do objetivo do escritor. Penso que se o escritor tem por objetivo a mera comercialização de suas obras, pode passar por muitas dificuldades, mas se é movido pelo prazer de escrever, de criar e ou pela ideologia, saberá que em um país como o Brasil, pelas características que você aludiu, necessitamos muito mais de escritores comprometidos com a transformação social que seja capaz, inclusive, de mudar esse triste quadro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já publiquei na Scortecci, como disse anteriormente.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Se a questão da violência policial e temas como a desmilitarização das polícias interessam ou preocupam as pessoas, recomendo que elas leiam meu livro, pois ele pode contribuir com as discussões que ora ocorrem no país sobre as necessárias mudanças no sistema de segurança pública. Se o tema incomoda os policiais, recomendo que eles reflitam sobre o conteúdo do livro, conhecendo os elementos que influenciam seus comportamentos. Enfim, a mensagem que deixo é que as mudanças que acreditamos necessárias ao mundo só serão utopias se nada fizermos, se julgarmos que são impossíveis, se nos entregarmos cegamente à ideologia dominante que nos força constantemente a viver na caverna escura da submissão.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Entrevista com Patricia Rodrigues Pereira - Autora de: ESPALHANDO ALEGRIA

Patricia Rodrigues Pereira
Iniciou escrevendo poesias, fez uma exposição na Biblioteca Municipal de Sorocaba. E agora depois de um longo período sem escrever, está retornando.





Espalhando Alegria

É um livro desenvolvido a partir de um projeto desenvolvido que possui o mesmo tema, buscando levar alegria aos que precisam.



Olá Patrícia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se da importância de levar alegria as pessoas.
Surgiu a partir do projeto que desenvolvo em entidades e outros.
Para crianças aprenderem desde cedo a diferença que podemos fazer na vida das pessoas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Espero que seja o primeiro de muitos, sempre gostei de escrever e também a realização de um sonho.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É difícil, porém podemos fazer a nossa parte, estimulando as crianças a leitura, formando leitores do futuro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Comecei a pesquisar sobre editoras e a encontrei.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A maior mensagem é: espalhe um rastro de alegria por onde passar. Há muita tristeza no mundo, é necessário levar alegria.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Entrevista com Paulo César de Oliveira - Autor de: TARDE TE AMEI

Paulo César de Oliveira
Doutor em Filosofia e Professor da Universidade Federal de Alfenas - MG.

Este livro aborda a beleza como manifestação e esplendor originário do ser. Na Idade Média se reconhecia passivamente o unum, o bonum e o verum como transcendentais, enquanto que, sobre a res, a aliquid e o pulchrum, não havia unanimidade. Foi Felipe II Cancelliere (1160-1236), no século XIII, quem inseriu a beleza entre os transcendentais. Desse modo, por volta do ano 1270, a beleza era totalmente citada entre os transcendentais, mesmo que fosse em diversos modos. Os transcendentais não só se referem ao ser criado, mas também ao Ser Divino. Essa doutrina não deixa de levantar algumas questões. Como afirmar que tudo o que existe seja verdadeiro, bom e belo? E a mentira, o ódio, a crueldade, as catástrofes naturais? A experiência da beleza incorpora, paradoxalmente, a negatividade do mundo e a ultrapassa!

Olá Paulo César. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da beleza com um transcendental do ser, isto é, de uma propriedade presente em todas as coisas. Nasceu da constatação de que a beleza é o que leva as pessoas a se aproximarem dos seres. Depois é que se apresentam os demais transcendentais, como a verdade, a bondade e a unidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Depois de anos lecionando e fazendo palestras, acho que agora chegou o momento de começar a colocar no papel as minhas ideias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É, como tudo que inicia, um desafio. Espero contribuir para que, aos poucos, tenhamos uma cultura que envolva mais o mundo das letras.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de amigos e colegas de trabalho.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Penso que ele aborda, de maneira sistemática, a questão da beleza, uma vez que é por este transcendental que nos aproximamos inicialmente das pessoas e coisas.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Entrevista com Mônica d`Almeida - Autora de: A REVISÃO DO TEXTO

Nome literário de Mônica Gomes d'Almeida.
Natural de São Paulo, capital.
Mestre e especialista em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP; bacharel em Letras com licenciatura plena em português e inglês pela Faculdade Ibero-Americana; bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda, pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing.
Revisora e preparadora de textos em língua portuguesa para editoras, empresas jornalísticas, instituições de ensino, agências de publicidade e textos acadêmicos.
Professora de Português para o Ensino Superior, Médio, Fundamental II e curso pré-vestibular.
Autora do livro Estratégias textuais na poesia de J. Camelo Ponte. São Paulo:
Linguagem-Editora, 2002.

O livro tem o objetivo de demonstrar o que ocorre no processo de revisão do texto e como se dá a interação autor-revisor nesse momento. Qualquer texto, para ser considerado “acabado”, deve passar por uma revisão, que faz parte do processo de produção textual. 
A revisão consiste, primeiramente, em verificar se a ideia inicialmente pretendida pelo autor corresponde ao texto que foi produzido. Deve-se observar também se não foram infringidas as regras linguísticas e as normas do padrão culto da língua, bem como se não há equívocos de estratégia, isto é, se foram feitas as melhores escolhas gramaticais e lexicais, a fim de tornar o texto claro para o leitor.
É imprescindível analisar se as modificações feitas pela revisão não geraram possíveis alterações de sentido, inicialmente previsto pelo autor. Por essa razão, é destacada a importância da parceria do autor e revisor para o desempenho do trabalho de revisão do texto.

Olá Mônica. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da revisão do texto, que faz parte do processo da produção textual. A ideia surgiu quando eu cursava o mestrado na PUC de São Paulo.
Na verdade o livro é a publicação da minha dissertação de mestrado, com adaptações para tornar a leitura mais agradável. O livro se destina a todos aqueles que escrevem e querem aprimorar os seus textos, para os autores, a fim de que possam compreender melhor o que significa a revisão de um texto, para os revisores e estudantes de Letras, Editoração, jornalismo e áreas afins.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou revisora de textos e professora de português. Já atuo há bastante tempo no mundo das letras. E essa vivência é que me tem motivado a escrever. Este é o meu segundo livro, mais um sonho realizado. Pretendo continuar escrevendo. Já tenho o projeto para mais alguns....

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O escritor no Brasil não é apenas um escritor. Ele tem que ter outras atividades para poder sobreviver, com exceção de alguns poucos grandes nomes. Tenho observado que, apesar de haver poucos leitores, há muitos escritores, ou seja, muitas pessoas têm o sonho de escrever e publicar um livro, querem expor suas ideias. E isso é bom.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu conheci a Scortecci prestando serviços de revisão de textos para a editora e me encantei com o profissionalismo, a responsabilidade, a dedicação, o comprometimento, a cordialidade e a simpatia de todos, o que resulta num trabalho muito bem-feito. Por isso, resolvi confiar a edição do meu livro à Scortecci Editora. E o resultado me surpreendeu, ficou muito acima da minha expectativa.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro, o meu livro merece ser lido, sim! É indicado, especialmente, para quem gosta de escrever e quer se aprimorar. É muito importante também para os autores compreenderem em que consiste o trabalho de revisão do texto.
Desejo uma boa leitura a todos!

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Entrevista com Maria Natividade Pacheco - Autora de: RETRATO DE UMA VIDA SÓ

Filha de João Pacheco Rolím e Angela Cândida de Oliveira, nascida no município de Virgem da Lapa (MG). Sertaneja nata, vivi toda a minha infância em contato com a natureza, em 1969 vim para São Paulo, aqui fiz o supletivo para concluir o segundo grau que eu não havia concluído lá em Minas Gerais. Aqui eu fiz de tudo, menos roubar, prostituir e servir madame. Comecei de ajudante em uma fábrica, fui promovida logo depois. Consegui a minha própria oficina, era pouco, eu tinha de formar os meus dois filhos, tentei e consegui ser uma representante comercial de elite. Entrei na escola Actor Istudio do Brasil, ali eu fui selecionada para fazer pequenos papéis na TV Bandeirantes, em 1985 na novela O meu pé de laranja lima, e  Um homem muito especial pela produtora Francisco Cavalcante; participei de dois filmes, O sequestro e Anúncio de jornal. Em 1991 sofri um acidente que me afastou de tudo que eu gostava de fazer. Foi aí que eu passei a escrever, no meu primeiro livro eu transformei tragédia em comédia. Em 2012, quando eu pensava em retornar, sofri um novo acidente. Estou me recuperando, vou levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, porque eu não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho.

Este livro é mesmo o que diz o título dele. É o Retrato de quem vive só. Mas eu escolhi viver só, depois que perdi as pessoas que mais amei. É certo que ninguém é feliz vivendo só, mas também se diz: “É melhor só que mal-acompanhado”. Não lamento por isso, nele tem também coisas boas, vocês vão gostar. Poesias, relato de vida, até um pouco de autoajuda. Leia ainda que seja por curiosidade. Vão acabar se apaixonando.




Olá Maria Natividade. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Historia de vida. Porque sou apaixonada por literatura, público em geral.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Por que gosto muito de escrever, apaixonada por literatura. Não.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Estou ciente que a literatura, não é alimento e nem material de construção, e algo que vem da alma.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Não me lembro, porque esse não foi o primeiro livro de minha autoria que a Scortecci publicou.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Porque é uma historia muito interessante de vida que vão deixa todos muito apaixonados.
Desde criança a idosos.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Entrevista com Jô Iranilda da Silva - Autora de: O LIVRO

Jô Iranilda da Silva
Nome literário de Josefa Iranilda da Silva. É uma pessoa muito dedicada aos filhos, mas em seu coração sempre cabe mais um. Isso a define muito bem. Dentro de sua caminhada pela vida, mesmo em meio às tribulações procurou espaço para ajudar ao próximo. Pessoa alegre, batalhadora, não desiste de seus ideais. Apesar dos percalços alimentou alguns sonhos, dentre eles o de ser escritora. Escolheu como profissão ser advogada, o que conquistou como graduação pela União das Universidades do Estado de São Paulo (UNIESP), no final do ano de 2013, data em que finalizou esta obra. 
Nascida na cidade de Marialva (PR) em 1962, está hoje com mais de 50 anos, segundo ela muito bem vivi-dos. Em O Livro – História da vida real, quer mostrar ao mundo não apenas o sofrimento por sua família e filho vividos, mas também oferecer informações de grande relevância que trouxeram a ela a inquietude de divulgar, com foco único de prevenir, alertar e orientar pessoas quanto aos enganos sobre os sinais e sintomas do câncer cerebral. A publicação desta obra é, portanto, um simples gesto de amor e gratidão.

História da vida real, de Jô Iranilda da Silva, foi escrito com o objetivo de, a partir da experiência pessoal da autora, ajudar outras pessoas que se deparam com situações semelhantes à vivida por ela e sua família: a descoberta de um tumor cerebral em Renato, seu filho, aos 16 anos.
Na luta para chegar ao diagnóstico correto, percebeu que nem sempre as saídas e soluções que lhe apresentaram eram válidas e deu-se conta que, a depender das escolhas que fizesse, corria o risco de perder o filho que tanto ama.
Esta obra, toda baseada em fatos reais – sofridos, repletos de angústia, medo e dúvidas, mas também de fé e amor –, discorre sobre os sinais e sintomas do câncer cerebral, e compartilha com os leitores informações de grande relevância que muito podem ajudar na hora de tomar certas decisões. Jô expõe sua luta e sua história num ato de grande generosidade voltado ao próximo, esperando encurtar e suavizar caminhos no enfrentamento de um cenário tão desafiador.

Olá Josiane. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de um alerta sobre o fato de os sinais e sintomas do câncer cerebral poderem ser mascarados, ou seja, diferentes daqueles costumeiramente conhecidos pelos médicos. A ideia de escrever este livro surgiu quando o sentimento de cidadania tomou conta de mim e resolvi gritar para a humanidade que havia como evitar perder seus filhos, familiares ou amigos a doença tão devassadora e cruel. Minha obra tem como público alvo todas e quaisquer pessoas, sem distinção.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Engraçada essa colocação...rs mas a verdade é que tive filhos, plantei uma árvore e escrevi o livro numa ordem normal das coisas, ou seja, sem planejamento, sem projeto propriamente dito. Mas tenho convite para escrever obras jurídicas o que já fazia parte de meus projetos futuros.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Discordo da ideia de que o Brasil tem poucos leitores e também discordo da ideia de que a leitura é pouco valorizada, pois tenho sabido que, apesar de a internet ser uma verdadeira epidemia, há uma concorrência muito grande cm o mundo da literatura escrita.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi através de uma amiga que também é escritora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Com certeza meu livro merece ser lido sim, pois a intenção é a de salvar vidas e quando mais pessoas o lerem, maior é a possibilidade de atingir ao meu objetivo. Aos meus estimados leitores a mensagem especial é: leiam com bastante atenção e carinho e divulguem a minha obra porque foi escrita com muito amor.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Entrevista com Luis Gonzaga Vieira - Autor de: QUADROS DE UMA EXPOSIÇÃO

Nasceu em Ouro Fino (sul de Minas Gerais). Morou em Belo Horizonte a partir de 1957 quando saiu, depois de 10 anos de estudos, do Seminário Maior de Mariana.
Formado em jornalismo pela UFMG, fez ainda cursos de cinema, existencialismo e fenomenologia. Jornalista profissional, trabalhou no jornal Estado de Minas.
Co-fundador e colaborador da revista ESTÓRIA, do jornal Texto e da Revista Literária da UFMG, de cuja comissão de redação fez parte.
Publica no Suplemento Literário de Minas Gerais. Está na Antologia Nacional de Contistas Novos (1ª série) de Moacir C. Lopes.
Em fevereiro de 1973 mudou-se para o Rio de Janeiro. Trabalhou no O Jornal, Diário de Notícias, Revista Pais e Filhos, Boletim Cambial, Revista da Associação Comercial, jornal Última Hora.
Durante sua trajetória escreveu uma média de 20 livros entre os quais citamos os títulos:
- Concerto Para a Mão Esquerda
- Diário de Um Pequeno Burguês
- Cidade Maravilhosa
- Leituras de Filosofia
- Nosso Senhor Henry Miller
- Escritores de Minas
- Você Ainda Chora Quando Ouve Música?
- Um Poeta Chamado Bastião
- Tempo e Literatura
- Caríssimos Irmãos


Sou escritor, escrevia desde pequeno. E gostava de copiar coisas dos outros autores que eu gostava. Fui lendo muito e aprendendo. Li, por exemplo, Tesouro da Juventude (em 12 volumes) e Coração, de Edmundo de Amicis. 
Aos poucos aprendi a escrever. Aos 20 anos já escrevia razoavelmente. Quer dizer, escrevia ficção e ensaio, enquanto trabalhava no jornal Estado de Minas. E sempre escrevi muito, tanto que tenho uns 20 livros inéditos.
Meu primeiro livro publicado foi Aprendiz de Feiticeiro (contos), em Belo Horizonte.
Sempre gostei muito de música clássica, principalmente Ravel e Vila Lobos. Sem esquecer os compositores populares, como Chico e Caetano.
A música é tão importante para mim que alguns de meus romances e contos fazem referência à música, conforme mostram alguns títulos de meus livros, como Você Ainda Chora Quando Ouve Música?, Estudos Para Piano e Orquestra, Concerto Para Mão Esquerda.
Quadros De Uma Exposição - a música – é uma peça escrita por Mussorgsky, em 1874, baseando-se em quadros de seu amigo Viktor Hartmann. 
Quadros De Uma Exposição – o livro – tem seus capítulos baseados em fases da vida do personagem Zaga. Seu olhar inicial é ingênuo, de uma criança que descobre a vida. E esse olhar, que vai se modificando até sua maturidade, é como se fosse uma sonoridade ligando os quadros de uma vida...


Olá Luis. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Quadros de uma Exposição - é música de Mussorgsky, composta baseando-se em quadros de seu amigo Viktor Hartmann. Quadros de uma Exposição - o livro - baseia seus capítulos em fases da vida do personagem Zaga. Seu olhar inicial é ingênuo e vai se modificando até sua maturidade...

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Durante minha trajetória escrevi muitos livros. Aliás, não sei viver sem escrever! Eis alguns títulos: Concerto para a mão esquerda; Diário de um pequeno burguês; Cidade maravilhosa; Nosso senhor Henry Miller; Você ainda chora quando ouve música? e alguns outros. Tenho o site www.luisgonzagavieiraescritor.com.br onde já coloco à disposição do leitor alguns de meus títulos. Podem ser baixados e lidos à vontade.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de escritor não é fácil. Há muito a fazer e desenvolver no Brasil em matéria de cultura literária. Mas escrever é mais forte que tudo, é minha fonte de perplexidades e de comunicação com o mundo...

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de propaganda da própria editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, sempre é bom estar em dia com bons livros. E no site www.luisgonzagavieiraescritor.com.br o leitor terá acesso a outros livros meus, podendo baixar e ler à vontade.  Aguardo os comentários e críticas de meus leitores!

Obrigado pela sua participação.
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